Procurados *vivos ou mortos*

Campanha de coleta de lixo eletrônico da Miranda Computação em comemoração a Semana do Meio Ambiente.

 

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Urbana promove ação para recolhimento de resíduos eletrônicos em Natal

A Companhia de Serviços Urbanos de Natal – URBANA realiza mais uma edição da campanha de “Resíduos Eletrônicos do Município do Natal”. Fazendo parte da programação da Semana do Meio Ambiente, promovida pela Prefeitura do Natal, a ação tem como objetivo esclarecer a população sobre sua responsabilidade com relação a esse tipo de material e também informar os endereços de recebimentos. A iniciativa conta com a parceria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional RN, como também de órgãos municipais.

Ainda ressaltar a importante colaboração das empresas EVS Reciclagem e Natal Reciclagem, que possibilita um acesso mais amplo aos natalenses. Com realização de 1º à 10 de junho deste ano, a atividade pretende arrecadar um expressivo número de material, sobrepondo o ano anterior, quando o quantitativo chegou à 12 toneladas.

Postos de coleta

Zona Sul: 08h às 12h

Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Natal – ARSBAN

Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo – SEMURB

Zona Leste: 09h às 17h

Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional RN

Zona Oeste: 08h às 12h

Centro Municipal de Referência em Educação Aluízio Alves – CEMURE

 

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Lixo Eletrônico: Primeiro Ecoponto fixo de Natal

Natal Reciclagem – Lixo Eletrônico em Natal/RN

15-01-2016

ECOPONTO na SEMBRAGIRES UFRN 2015

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Menos de 1% do ‘e-lixo’ tem destinação

O avanço e acesso as novas tecnologias faz crescer, além da indústria de informação e comércio, a geração do e-lixo a um ritmo mais veloz. Basta lançar uma nova geração de produtos – mais modernos, pequenos e sofisticados -, outros são descartados quase em igual proporção. Um estudo das Organizações das Nações Unidas – o mapa global de lixo eletrônico – mostra que, por ano, cada pessoa gera sete quilos de resíduo eletrônico. Até 2017, serão gerados mais de 65 milhões de toneladas em todo mundo. Um crescimento de 33%, em relação a 2012 quando foram gerados 49 milhões de toneladas métricas no planeta.

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Em Natal, apenas duas empresas são licenciadas para fazer coleta e destinação do lixo eletrônico

Em um cálculo simples, aplicado a população de Natal, a estimativa de geração do e-lixo chega a 5,6 mil toneladas por ano. Se o volume acende o sinal de alerta, a quantidade que recebe tratamento e destinação corretas pode preocupar: 50 toneladas por ano. Menos de 1%. O valor considera a capacidade instalada das duas empresas que estão estão licenciadas ambientalmente e credenciadas pela Urbana para fazer a coleta e destinação.

São computadores, celulares, teclados, HD, tevês, pilhas e baterias, entre outros equipamentos eletrônicos. Toda essa sucata eletrônica, que recebe a classificação de risco tipo 1, tem destino incerto e confuso. Os  órgãos públicos de limpeza urbana e de meio ambiente ainda não sabem muito bem como proceder. A dificuldade esbarra na falta de  legislação específica e em custos para viabilizar a logística reversa, preconizada no plano nacional de resíduos sólidos.

“A Urbana não tem obrigatoriedade em recolher porque a destinação é diferente da dada ao lixo doméstico, pelo teor de metais, não pode ir para aterros sanitários. Cabe as empresas e fabricantes”, explica Juliana Ubarana, diretora de Planejamento e gestão Ambiental da Urbana. A Companhia Urbana, responsável pela limpeza e coleta da cidade, não recolhe este tipo de material. Nem as cooperativas de lixo reciclável estão habilitadas.

A política de logística reversa – que aponta a responsabilidade compartilhada para o retorno e tratamento de resíduo que pode gerar dano ambiental -, não funciona. Os fabricantes e grandes indústrias aguardam a finalização do Acordo Setorial, que tramita no Congresso.

“É preciso que todos, inclusive o poder público, auxilie para  colocar em prática a logística reversa”, afirma Jurandir Rodrigues Nunes, diretor-presidente da Natal Reciclagem.

A cada trimestre, a empresa que é pioneira em destinação do e-lixo em Natal recebe, por mês, cerca de 2 toneladas de lixo eletrônico. A maior parte são smartphones, notebooks e computadores. E envia, a cada três meses, 3 toneladas de resíduos eletrônicos para usinas de processamento em Pernambuco e São Paulo. De lá, os materiais classificados como “placas de circuito”, após tratadas, são enviadas para  Bélgica.

Jurandir Rodrigues estima que 85% do total de e-lixo recebido vêm de descarte espontâneo, ou seja, pessoas que procuram a empresa para entregar material ou são orientadas pela Urbana a procurar o local. “Ainda é muito baixo se comparado a geração. Mas mostra um grande avanço na conscientização da população  com o risco de poluição”, afirma.

O empresário pondera que cresce o número de empresas que buscam parceria para a coleta desta sucata e, em trocam, recebe o certificado de destinação –  documento fornecido pela empresa credenciada que comprova o envio adequado do e-lixo para tratamento. “A tendência é que os municípios comecem a se articular para promover campanhas educativas e de coleta”, afirma.

Natal não possui pontos de coletas

Em Natal, não há pontos fixos para recolhimento do material. Os chamados “ecopontos” são ações pontuais vinculadas a campanhas, como a que aconteceu em junho, na semana do meio ambiente. A ação que reunião poder público, empresas e universidade conseguiu evitar que 2,8 toneladas fossem parar em terrenos baldios e aterros sanitários. Algumas lojas de computação e iluminação mantém pontos de coleta para clientes descartar o material comprado.

“É um trabalho de formiguinha que começa a dar resultado, mas é preciso uma política efetiva e permanente”, defende o empresário Afrânio Miranda.

Na Miranda Computação, apenas 5% do volume em peso retorna. Nos últimos três anos, a média de lixo eletrônico  entregue na loja é de 500 quilos. O empresário e presidente da CDL Afrânio Miranda lembra que  há custos e burocracia para quem decide fazer a logística reversa. Sem uma legislação específica, o material  de descarte que precisa ser transportado para outros estados acaba sendo tributado novamente.

Na Guararapes, maior indústria têxtil e de confecções, há um setor especifico para a triagem do resíduo eletrônico que separa o que pode ser reaproveitado e o que não serve mais é comercializado a baixo custo, a cada trimestre. Em agosto,  uma tonelada de lixo eletrônico, monitores, periféricos, cabos, material foram vendidos a empresas de reciclagem.

“É um trabalho que traz economia ao reaproveitar peças e componentes e garantir uma vida útil media de 4 anos, como também a preocupação com a destinação adequada ao meio ambiente”, observa o gerente de TI, Clodoaldo Freitas.

A UFRN estuda uma forma de tratar e dar destinação a este tipo de resíduo. “Por ora, o trabalho no tocante a destinação ainda é incipiente”, observa o diretor de Meio Ambiente da Superintendência de Infraestrutura, Herbert Halamo. Com núcleos de recolhimento em cada setor da Universidade, o tratamento começa na ponta com a compra de equipamentos com menor teor de metais pesados, passa pela manutenção, otimização do uso e reaproveitamento. Não foi informado o volume de resíduo gerado e destinado.

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Fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/menos-de-1-do-e-lixo-tem-destinaa-a-o/323130

 

Campanha de resíduos eletrônicos recolhe cerca de quatro mil quilos de material

A Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana)  realizou mais uma edição da campanha de “Resíduos Eletrônicos do Município do Natal”. Fazendo parte da programação da Semana do Meio Ambiente, promovida pela Prefeitura do Natal, a ação teve como objetivo esclarecer a população sua responsabilidade com relação a esse tipo de material, como também informar o meio de recebimento.

Numa parceria com instituições municipais, a campanha contou com onze pontos de recolhimento: Secretaria Municipal de Tributação (Semut),  Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município do Natal (ARSBAN),  Secretaria Municipal de Educação (SME), Centro Municipal de Referência em Educação Aluizio Alves ( Cemure), além da UFRN, SEBRAE, Miranda Computação, UNI-RN, Natal Shopping e Faculdade Estácio de Sá. Durante cinco dias, foram recebidos cerca de quatro mil quilos de equipamentos diversos. A operação contou com a importante participação das empresas Natal Reciclagem e EVS, que foram responsáveis por recolher os resíduos eletroeletrônicos e fazerem a destinação correta do material.

Fonte: http://natal.rn.gov.br/noticia/ntc-21902.html

 

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Campanha arrecada lixo eletrônico em Natal; veja locais de coleta

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, uma campanha de arrecadação de lixo eletrônico foi lançada em Natal. A campanha segue até a sexta-feira, dia 12, com o objetivo de arrecadar aparelhos eletrônicos que não funcionam mais.

A ação é realizada pela Urbana (Companhia de Serviços Urbanos de Natal) em parceira com a empresa Natal Reciclagem. Onze ‘ecopontos’, como estão sendo chamados os locais de coleta,  estão distribuídos pela cidade para ajudar a conscientizar os natalenses sobre a forma correta de descarte do lixo eletrônico.

Confira a lista completa dos Ecopontos
Natal Shopping
Sebrae/RN
Miranda Computação (Av. Prudente de Morais)
Faculdade Uni-RN
Faculdade Estácio de Sá (Zona Norte)
SEMUT (próximo a Catedral Metropolitana)
ARSBAN (próximo ao CEI da Av. Romualdo Galvão)
CEMURE (ao Lado da Rodoviária Nova)
Ginásio Nélio Dias (Zona Norte)
Instituto Metrópole Digital (UFRN)
Escola de Ciência e Tecnologia (UFRN)

 

Fonte: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2015/06/campanha-arrecada-lixo-eletronico-em-natal-veja-locais-de-coleta.html

 

 

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